Como se tornar um homem mais atento e afetuoso consigo mesmo e com suas relações.
Como se tornar um homem mais atento e afetuoso consigo mesmo e com suas relações.
A pressão diária leva ao esgotamento; é necessário reconhecer limites e novos caminhos.
A adolescência contemporânea traz desafios únicos e exige uma escuta atenta e livre de julgamentos.
O pensamento acelerado que gera sofrimento e desconecta você dos momentos mais importantes.
O mercado decide rápido quando não quer mais um profissional, mas a decisão interna de mudar de rota gera sofrimento e exige suporte.
Acolhimento frente à perda de sociabilidade e ao isolamento em um mundo focado exclusivamente na imagem.
Nosso ambiente, online ou presencial, é estruturado para ser agradável, seguro e potencialmente produtivo.
Exploração da sua capacidade de produzir e moldar ativamente a própria vida.
Análise detalhada dos afetos e forças que atravessam você e geram efeitos diretos na mente e no corpo.
Compreensão de como o trabalho, a cultura e as amizades moldam seu comportamento e criam bloqueios.
O rompimento da rigidez do dia a dia para liberar a sua energia e potência individual.e criam bloqueios.
Sou psicólogo e mestrando em psicologia social pela PUC-SP, com uma pesquisa dedicada aos afetos e às masculinidades.
Acredito que, se a sociedade atual não nos ajuda, o nosso trabalho é treinar a mente e o corpo para criar algo diferente. Somente ao aprendermos quem somos e reconhecermos o que desafia a nossa existência, conseguimos viver no mundo real, sem idealizações.
Minha prática une filosofia e psicologia para ajudar você a superar o sofrimento. Baseado na filosofia da diferença (Deleuze e Guattari), ofereço uma clínica moderna, sem preconceitos e ativamente voltada para a vida.
Na vida prática, temos muito mais chances de estabelecer conexões reais e satisfatórias quando deixamos de lado a necessidade de atuar ou de sustentar quem não somos. Nossa conexão mais genuína sempre passa pelo desarme e pelo encontro
Gosto de pensar que ser “normal” não é um elogio, afinal, somos todos diferentes quando olhados de perto.
Entendo que, muitas vezes, o receio de iniciar a terapia nasce do medo de sofrer no privado as mesmas humilhações vividas em público. Busco promover uma psicologia reflexiva, próxima e humana, sem distanciamentos ou hierarquias.
Entender que todas as pessoas são possuidoras de suas próprias histórias e razões.
Reconhecer e respeitar a imensa diversidade histórica, social e cultural da nossa sociedade.
Reconhecer e desconstruir privilégios, buscando a justiça e a equidade a todo o momento.
Melhorar o nosso contato promovendo adequação, empatia e clareza na linguagem.
Manter uma prática firmemente baseada no feminismo e no antirracismo para diminuir as distâncias entre nós.