Vivian Almeida - CRP: 06/216774

Sou psicóloga com especialização na área de Educação e atuação clínica orientada pela abordagem humanista na Gestalt-terapia. Antes da Psicologia, minha trajetória foi marcada por caminhos diversos: sou engenheira doutora pela UFF, matemática, educadora e pesquisadora. 

Acostumada a lidar com projetos, lógica e desempenho, por muito tempo a vida seguiu uma rota previsível — até que deixou de fazer sentido. E foi nesse ponto que algo em mim começou a pedir outra escuta.

Cheguei à Psicologia não como um plano de carreira, mas como um reencontro necessário. Como tantas mulheres, fui acumulando papéis, títulos e cobranças — algumas impostas, outras introjetadas — até perceber que havia perdido de vista aquilo que realmente me movia. A escuta, o vínculo, o cuidado, o humano.

Foi durante um processo pessoal profundo que comecei a rever não apenas o caminho profissional, mas o modo como eu habitava a vida. Aquilo que se apresentava como cansaço era, na verdade, uma desconexão com o que eu era de verdade. 

E foi nesse reencontro que a Psicologia se revelou, não como resposta pronta, mas como pergunta viva.

Da engenharia para a escuta, da gestão para o cuidado, da lógica para o simbólico — minha transição não foi uma ruptura, mas uma integração. Trouxe comigo a disciplina dos projetos, a estrutura da pesquisa, a escuta da educação, o olhar crítico da gestão. E tudo isso encontrou lugar na prática clínica que hoje construo com ética e presença.

Minha abordagem se fundamenta na Gestalt-terapia com base humanista, valorizando o encontro real entre terapeuta e paciente, o reconhecimento das emoções no aqui-e-agora e a responsabilidade pelas escolhas. Acredito que a escuta terapêutica não deve reduzir o sofrimento a diagnósticos ou padrões, mas sim ampliar o olhar sobre a singularidade de cada pessoa e o contexto que a atravessa.

Nos atendimentos online, recebo adolescentes e adultos em suas encruzilhadas pessoais e profissionais. Muitos chegam em busca de sentido, outros em estado de esgotamento, outros ainda sem saber exatamente por onde começar. Meu papel é acolher, sustentar perguntas, co-construir caminhos. Atendo a partir de uma escuta ética, crítica e implicada — sensível às questões de gênero, classe, raça, cultura e subjetividade.

Escrevo textos sobre cultura organizacional, educação, saúde mental, gestão de pessoas, juventudes e escolha profissional — temas que atravessam minha própria história e que exigem um olhar menos idealizado e mais humano sobre o que é viver, trabalhar e existir no mundo contemporâneo.

Hoje, minha clínica é um modo de estar no mundo. Um lugar onde a escuta é política, o cuidado é construção e o encontro é possibilidade.

A Psicologia, para mim, é presença, é diálogo. É resistência à desumanização. É cultivo da liberdade — não como discurso, mas como prática. Se quiser conversar, estou por aqui. A vida não cabe nos manuais, mas talvez ela caiba numa boa conversa.

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